Naganuma - Advocacia e Consultoria em Trânsito e Transporte Público

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Naganuma Consultoria em Trânsito e Transporte Público

Dez01

A EXPANSÃO DO TRANSPORTE COLETIVO

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28/11/2015 é o Dia: do Soldado Desconhecido, Internacional do Ministério Público, de São Tiago de Marca, Mundial de Ação de Graças, Black Friday.

Encontramos dificuldades em reorganizar ou organizar a segregação espacial principalmente nos grandes centros por causa do ritmo acelerado e desordenado da aglomeração urbana, o que causa o descompasso do acompanhamento das medidas necessárias para atender a demanda, principalmente no que se refere ao transporte coletivo.

 


A escassez crônica de infraestrutura que caracteriza o processo de urbanização brasileira levou à situação atual, em que perdura a divisão da aglomeração metropolitana (Norte-Sul-Leste-Oeste) que é onde estão localizados os “grandes bairros”.

 

Essa divisão é mal conectada por estruturas conhecidas como “espinha de peixe” carregando uma única via de acesso do grande bairro para o centro. Como exemplo, a Zona Leste de São Paulo que atualmente conta com seis milhões (6.000.000) de habitantes, e tem como principal acesso a Radial Leste para a área central com precárias ligações Norte-Sul e zona Oeste.

As demais regiões seguem o mesmo padrão escasso que, fatalmente resultam numa forte diferenciação de localização que reflete diretamente na estrutura de preço da segregação espacial (preço do solo e aluguéis).

Apesar da queda do ritmo de crescimento, diversificação da estrutura urbana, reversão das tendências do ritmo acelerado de crescimento, o efeito disso tudo ainda está por se revelar. Por enquanto, os “grandes bairros” continuam sendo considerados cidade-dormitório devido à falta de acessibilidade, saneamento básico precário entre outros, o que é comum onde existe grande concentração da população de baixa renda.

Muitos desses problemas já estão sendo resolvidos, mas persiste o isolamento da região pela resistência das grandes empresas em deixar o Centro para se estabelecerem em determinadas Zonas exatamente pela dificuldade de acesso.

Chegamos ao cerne da questão. Transporte coletivo em áreas metropolitanas que anda a passo de “tartaruga cágado” qual seja a denominação que queiram dar. Parou por completo em quase todo o país há aproximadamente três (03) décadas com algumas raras exceções, exatamente quando o ritmo da aglomeração caiu drasticamente e o poder público teve a chance de diminuir o atraso na implantação da infraestrutura urbana e não o fez.

A partir de então, vem sendo debatido várias alternativas de transporte coletivo urbano e interurbano, quais sejam, VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), VLP (Veículo Leve sobre Pneus), METRÔ, corredores totalmente segregados, VLT/VLP suspenso ou misto, Trem Bala entre muitas outras ideias, pois a cada dia localidades como São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte entre outros, tornam-se um grande centro urbano interligado por vários municípios onde não se pode ter noção de onde começa um e termina o outro se não tiver esse conhecimento ou não estiver com algum equipamento que o demonstre como um GPS, por exemplo.

Pois é. Exceções à parte, nada disso saiu do papel até agora. O que está funcionando em um trecho pequeno e aparentemente a contento é o da cidade de São Paulo que inicialmente foi denominado “Fura Fila” depois “Paulistão” e finalmente de “Expresso Tiradentes” e de algumas outras cidades, precariamente.

Como já disse em coluna anterior, transporte coletivo é, por excelência, um tema complicado e de difícil acordo entre as partes envolvidas e interessadas. É necessário pessoal qualificado e interessado, técnico, cuidado com o meio ambiente, estudo hídrico, topográfico e de vários outros órgãos que participam da implantação de um sistema grandioso e complexo além de envolver uma enorme dotação orçamentária que muitas vezes não existe ou não está prevista.

A aglomeração está voltando a acontecer em ritmo acelerado e como consequência, a ocupação do solo, aumento de veículos automotores, poluição, transporte coletivo entre muitos outros itens estão ficando cada vez mais difícil de controlar e organizar. É preciso deixar as diferenças políticas de lado e se concentrar em melhorar os setores mais vulneráveis da sociedade.

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Dez01

GRANDES CENTROS E OS PEDESTRES

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Dia 21/11/2015 é o Dia: do Homeopata, Mundial da Televisão, das Saudações, Apresentação da Santíssima Virgem Maria.

Muito se fala da fluidez do trânsito, congestionamentos e tudo o que é relacionado ao movimento dos veículos automotores. Transporte de passageiros em massa, corredores de ônibus, pistas segregadas para aumentar a velocidade dos coletivos com consequente diminuição do tempo de viagem e por aí vai.

 


Pouco se fala ou faz em melhorar a mobilidade do pedestre. Os riscos que estes enfrentam no dia a dia com a falta de manutenção das calçadas (quando existem), calçadas com degraus ou ainda comerciantes “espertos” que, aproveitando da má qualidade e falta de fiscalização expõe seus produtos e até automóveis sobre a calçada fazendo com que o transeunte seja obrigado a se arriscar pela pista de rolamento, disputando espaço com os automóveis e correndo riscos de sofrer algum tipo de acidente.

 

Não existe uma estatística exata sobre os acidentes que ocorrem, principalmente com idosos, por causa da má conservação ou inexistência de calçadas, mas o fato é que o índice desse tipo de ocorrência é alto.

É fato também que cada município tem legislação própria para estabelecer regras para construção e conservação do referido espaço. No dia 09/01/2012 entrou em vigor, em São Paulo, nova Lei para construção e conservação dos passeios. O que antes era de responsabilidade do proprietário do imóvel, agora passa a ser também do locatário e altera a largura mínima de 0,90m para 1,20m e ainda multas pelo não cumprimento dela. Naturalmente, essa medida será submetida à análise para as vias já existentes.

Há de se notar que em alguns bairros com ruas íngremes, é simplesmente impossível transitar pelo espaço reservado ao pedestre tamanho é a quantidade de degraus e o desnível entre eles (muitas vezes superando os 0,50m). Isso se torna mais comum em cidades antigas e sem planejamento onde simplesmente não existe espaço definido para quem anda a pé.

Trânsito inclui tudo que se movimenta num determinado espaço e local. Muito recentemente começou-se a dar maior ênfase ao pedestre, inclusive com campanhas e fechando o cerco com multas para coibir os abusos que acontecem em todas as localidades.

Na cidade de São Paulo, onde a fluidez está cada vez mais caótica, os técnicos da Companhia de Engenharia de Tráfego – CET tem feito algumas modificações na geometria para facilitar a travessia dos pedestres que por ali passam e que acabam beneficiando também o condutor. Modificações estas, de baixíssimo custo sem obra física de grande porte, somente com fixação de cones balizadores e pintura diferenciada conforme filmado e postado pelo meu amigo Barnabé técnico da referida CET, no link a seguir: http://www.youtube.com/watch?v=iQMtPIl5Jrk . Assistam e verão o resultado alcançado.

Como devem ter percebidos por alguns outros artigos meus, sou defensor das obras de baixo custo e grande impacto, substituição de semáforos por mini-rotatórias ou rotatórias, implantação de terminais que estabelecem conexão das linhas do transporte coletivo periférico com a central e muitas outras facilidades que fazem toda a diferença no dia a dia dos usuários, sejam pedestres ou condutores.

O ritmo de crescimento e a diversificação da estrutura urbana que estavam estagnadas até bem pouco tempo, voltou a passos largos e, principalmente os grandes centros precisam de muito planejamento e ações preventivas para suportar o que está por vir, isto é, a aglomeração com a consequente ocupação do solo e todas as ações desencadeadas por ela.

Os atores que protagonizam essas mudanças estão, a cada dia, procurando facilidades e rapidez no que diz respeito aos afazeres do dia a dia, isto é, maior mobilidade com diversidade e opções para tal. Gestores públicos de todo o país, ainda não estão preparados para lidar com as dificuldades que essa aglomeração repentina trouxe. Vale ressaltar que grupos por parte do poder público e de alguns órgãos privados, estão se reunindo para discutir essa questão para que se possa chegar à Copa do Mundo e às Olimpíadas, pelo menos com maior tranquilidade para evitar maiores transtornos com relação ao tema.

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Dez01

DIA MUNDIAL EM MEMÓRIA DAS VÍTIMAS DE TRÂNSITO

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Dia 14/11/2015 é o Dia: Nacional da Alfabetização, Mundial da Diabetes, do Bandeirante e amanhã dia 15/11/2015 é o Dia Mundial em Memória das Vítimas do Trânsito em 2015.

A Assembleia-Geral da ONU instituiu o terceiro domingo de novembro como o Dia Mundial em Memória das Vítimas de Trânsito através da Resolução A/60/5/2005 e em 2 de março de 2010, a mesma Assembleia da ONU proclamou oficialmente o período de 2011 a 2020 como a Década Mundial de Ação pela Segurança no Trânsito, a fim de estimular o Mundo para iniciar o processo para conter e reverter a tendência crescente de  graves acidentes no trânsito causando fatalidades e deixando sequelas.

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Nov06

DISTRIBUIÇÃO DE COMBUSTÍVEIS

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07/11/2015 é o Dia: da Ação Católica, do Radialista (Consta que numa reunião realizada na Rádio Nacional teria sido decidida a escolha da data do referido decreto Lei, 21 de setembro, como referência para se comemorar o Dia do Radialista. A confusão de datas teve início quando o 25 de novembro foi instituído o Dia do Rádio, pelo Marechal Castelo Branco. Essa é a data de aniversário de Roquette Pinto, considerado o pai da radiodifusão Brasileira. Recentemente, mais uma data surgiu, com a Lei nº 11.327, de 24 de julho de 2006, que institui o dia 7 de novembro como Dia do Radialista. Proposta pelo deputado federal Sandes Junior (PP/GO), a Lei remete à data natalícia do compositor Ary Barroso, autor de Aquarela do Brasil).
Fonte: Professora de Radiojornalismo da UFSM/Cesnors, Débora Lopez, doutoranda em Comunicaçáo pela Facom/UFBA e mestre em Letras pela Unioeste.

As distribuidoras de combustíveis associadas ao Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (BR, Ipiranga, Raízen e Ale) fecharam o ano de 2012 com investimento de mais de R$ 1 bilhão em infraestrutura para a distribuição de combustíveis e derivados e esperam solucionar, por ora, o gargalo logístico que vem ficando maior nos últimos anos por causa do crescimento do consumo do produto em todo o país.

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